Oncologia clínica · Santos, SP
Dra. Nayara Zortea Lima
Consulta presencial e telemedicina para todo o Brasil, cada uma com a sua página, e mais de 60 artigos no blog.
dranayarazortea.com.br (abre em nova aba)CFM — Conselho Federal de Medicina
O paciente escolhe médico do mesmo jeito que escolhe qualquer serviço: busca no Google, olha as primeiras opções do mapa e lê as avaliações. Só que a publicidade médica segue regras atuais: imagens clínicas e antes e depois dependem de caráter educativo, privacidade, identificação e responsabilidade profissional, além de não prometer resultado. A maior parte do marketing que se vende por aí ignora esses cuidados e expõe o profissional a processo ético. O site precisa transmitir competência, facilitar o agendamento e caber inteiro dentro das regras do conselho.
Portfólio
Oncologia clínica · Santos, SP
Consulta presencial e telemedicina para todo o Brasil, cada uma com a sua página, e mais de 60 artigos no blog.
dranayarazortea.com.br (abre em nova aba)Preço publicado · pagamento único
Domínio no seu nome, código e acessos entregues. O preço fecha na proposta, antes de começar.
Um site de uma página fica pronto em até 7 dias úteis depois que você manda as informações e as fotos. Manutenção por R$ 149/mês, sem fidelidade; SEO, GEO e AEO a partir de R$ 149/mês.
Veja também o planejamento de presença digital para médicos e o escopo de visibilidade em IA para clínicas.
Atende em Maringá? Veja sites para médicos e clínicas em Maringá.
A regra que muda a comunicação
Resolução CFM nº 2.336/2023
A publicidade médica exige identificação com nome e CRM. Imagens clínicas e antes e depois podem ser usadas quando a Resolução CFM nº 2.336/2023 for atendida: caráter educativo, contexto, privacidade, identificação exigida e responsabilidade do profissional, sem promessa de resultado. Confirme a aplicação vigente com o CRM regional antes de publicar.
Não somos advogados nem substituímos orientação do seu conselho. O que fazemos é estruturar a sua presença já dentro dessas restrições, para você não precisar refazer depois. Confira a norma na fonte: Resolução CFM nº 2.336/2023 (abre em nova aba).
O que está incluído
Guia completo
Site médico precisa explicar especialidade, CRM e atendimento. Este guia mostra como organizar textos e imagens conforme a Resolução CFM 2.336/2023.
Site de médico não é site de loja. A publicidade médica tem regras definidas pelo Conselho Federal de Medicina, atualmente consolidadas na Resolução CFM nº 2.336/2023. O uso de imagens clínicas precisa ser tratado com contexto, privacidade e responsabilidade.
A regra central: a publicidade médica deve ter caráter informativo e seguir as condições éticas da resolução. Imagens e antes/depois precisam ter caráter educativo, contexto e identificação exigidos, sem promessa de resultado, e devem ser validados pelo responsável técnico.
Isso não significa site sem vida. Significa que a credibilidade vem de outro lugar: do CRM visível, da especialidade descrita, da clareza sobre como funciona o atendimento — não de imagem de resultado ou promessa de desfecho.
O paciente que procura médico no Google não quer propaganda. Quer saber: você atende a especialidade que preciso? Tem CRM? Atende perto de mim? Como faço para agendar? O site que responde a isso converte mais que qualquer apelo visual.
A estrutura do site médico é parecida com a do advogado — com a diferença das regras do conselho. As páginas necessárias são:
Página principal: nome, CRM, especialidade e forma de contato. Imagens clínicas e antes/depois só quando permitidos pela resolução, com contexto educativo e identificação exigida. Foto profissional do médico (não de paciente).
Página por especialidade: se atende mais de uma (cardiologia + clínica geral, por exemplo), uma página para cada. É o que permite aparecer em busca por especialidade.
Página separada para presencial e telemedicina: são buscas diferentes. Quem busca “cardiologista perto de mim” quer presencial; quem busca “telemedicina cardiologia” quer online. Ter páginas separadas atende as duas.
Página sobre: formação, residência, títulos de especialista, experiência. É onde a decisão de confiança acontece — e onde o CRM precisa estar visível.
Página de perguntas frequentes: como funciona a primeira consulta, quais exames levar, formas de pagamento, convênios. Reduz o atrito de quem nunca foi ao consultório.
Os requisitos mais relevantes para o site são específicos — e quem faz site médico precisa conhecê-los antes de escrever uma linha. Confirme a resolução vigente e a aplicação no CRM regional:
Imagens e antes/depois: somente dentro das condições da resolução vigente, com caráter educativo, contexto, identificação e validação do responsável técnico.
Não use promessa de resultado, cura ou garantia. Texto como “cure sua ansiedade” ou “resultado garantido em X sessões” é incompatível com uma comunicação responsável.
Proibido: autopromoção comparativa (“o melhor cardiologista”). Uso de título não reconhecido pela AMB ou SBP. Sensacionalismo.
Permitido: formação, especialidade, CRM, forma de atendimento, currículo. Endereço do consultório. Agendamento. Convênios aceitos. Informação sobre doenças e tratamentos — em caráter educativo, não promocional.
Paciente escolhe médico como escolhe qualquer serviço: busca no Google, olha as primeiras opções do mapa e lê avaliações. Sem Perfil da Empresa, você não está no mapa.
A categoria médica no Google é específica: “Médico”, “Clínica médica”, “Cardiologista”, “Dermatologista”. A categoria certa define em quais buscas você é candidato. Escolha a mais específica da sua especialidade.
Na descrição do perfil: CRM, especialidade, forma de atendimento. Sem promessa. Fotos do consultório (sem paciente). Horário correto. Convênios aceitos.
Avaliações funcionam para médico — com ressalva. O CFM não proíbe avaliação no Google (é diferente de depoimento no site). Mas a resposta do médico precisa ser sóbria: agradecer pela confiança, sem descrever caso. E o pedido de avaliação não pode configurar captação.
Se você atende por telemedicina, a decisão é: site separado para telemedicina ou página dentro do site principal. Para a maioria dos casos, página dentro do site é melhor — e aqui está por quê.
Site separado divide autoridade. O Google entende dois sites como duas entidades; cada uma precisa construir credibilidade própria. Site único com página de telemedicina e página presencial concentra autoridade em um lugar.
A página de telemedicina precisa explicar: quais especialidades atende online, como funciona a consulta, quais estados atende (telemedicina tem regulação por conselho regional), quais plataformas usa, como é o pagamento.
O CRM precisa estar visível na página de telemedicina também. E a resolução do CFM sobre telemedicina (que recebeu atualizações recentes) precisa ser consultada no CRM regional antes de publicar — as regras variam por região.
Perguntas frequentes
Onde atendemos
Manda uma mensagem contando onde você atende e como recebe cliente hoje. A gente responde com o que faria no seu caso — sem compromisso.
Página atualizada em 01/10/2026.